Como vocês já puderam perceber, uma das pescarias que gosto bastante é a pesca de traíras, pela agressividade, força entre tantos outros fatores que a tornam um peixe esportivo.

Nas primeiras imagens no vídeo, estava fazendo uma pescaria de descoberta em um lago na cidade de Americana – SP, onde atualmente gosto de ir de caiaque. Me chamou atenção este ataque por ser de surpresa. Não sabia se havia algum peixe naquele ponto, então comecei a provocar com um frog de silicone, onde surtiu este ataque surpresa.

Nas solturas das duas traíras, fiz uma pescaria no rio Jacaré Pepira em Itajú- SP onde no período da noite pude obter grandes resultados na vara de bambu, linha 0.90 e isca natural de lambari.

DICA

A dica fica por conta da agressividade que elas apresentam antes, durante e depois da batalha. Elas costumam reservar energia durante as brigas para poder utilizar em um momento onde o predador (no caso, nós pescadores esportivos) menos esperam. Acidentes costumam acontecer principalmente quando estamos desprevenidos, que é o caso da primeira soltura, onde tive a sorte de não ter o dedo pego pelas presas dessa danadinha. Nestes casos, o alicate de contenção ajudaria a conter a agressividade e integridade física do peixe.

NEM SEMPRE CONDIZ COM O NOME

As traíras costumam ser agressivas, porém no caso da segunda soltura, como ela já estava bem cansada, saiu de uma forma bem mais calma do que a primeira. De toda forma, é sempre bom a gente ter precauções com relação a este peixe pré-histórico.

Pratique o pesque e solte e ajude a manter nossa fauna aquífera. A preservação é a melhor forma de manter o que a muito tempo foi deixado e consequentemente mal preservado pelos nossos antepassados. Podemos e temos totais condições de fazer com que isso aconteça.

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11 thoughts on “Com traíra não se brinca

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